Planejamento Sucessório
PLANEJAMENTO SUCESSÓRIO · APUCARANA - PR

Holding Familiar e Sucessão
Empresarial em Apucarana - PR
confecção têxtil em 2ª ou 3ª geração com marca como ativo central.

As confecções que abriram Apucarana como Capital Nacional do Boné nos anos 80 e 90 estão hoje em transição: fundador entre 60 e 70 anos, filhos formados em moda, design ou administração entrando na operação, marca registrada no INPI consolidada após décadas, e galpão no nome do fundador. O patrimônio típico soma quotas da confecção, marca registrada, design da peça base, máquinas, estoque e galpão. Sem holding industrial separada da patrimonial e sem proteção formal da marca e do design, a transição expõe o ativo mais valioso da família. Conexão com escritório parceiro especializado em sucessão de PME têxtil.

Diagnóstico técnico em até 4 horas úteis · Conexão com escritório parceiro registrado na OAB-PR · Conforme Provimento 205/2021

Diagnóstico em 4h úteisMapa do patrimônio familiar e diagnóstico dos pontos críticos.
Conexão com especialistaEscritório parceiro com prática em sucessão têxtil e proteção de marca.
Foco em PMEs B2BEmpresas com faturamento entre R$ 500 mil e R$ 20 milhões/ano.
EMPRESAS DE APUCARANA

A sucessão têxtil em Apucarana
tem quatro ativos com lógicas distintas

As confecções que fundaram Apucarana como Capital Nacional do Boné a partir dos anos 1980 e 1990 chegam hoje à transição geracional. O fundador típico está entre 60 e 70 anos, com três ou quatro décadas de operação à frente da empresa; filhos formados em moda, design, administração ou direito voltaram da capital ou de empresas maiores para integrar a confecção; e o patrimônio acumulado vai muito além do galpão. A confecção familiar madura de Apucarana soma quatro ativos com lógicas distintas e valor desigual.

Primeiro, as quotas da confecção operacional, com contratos de fornecimento a varejo, máquinas, estoque rotativo e relação comercial. Segundo, o galpão e o terreno, frequentemente em PF do fundador, com aluguel pago pela própria confecção. Terceiro, a marca registrada no INPI: para muitas confecções de Apucarana, a marca é o ativo mais valioso, construído ao longo de décadas, registrado em nome do fundador ou da PJ. Quarto, o portfólio de design da peça base: modelagem do boné, padrão de costura, banco de mockups, identidade visual, ativos intelectuais frequentemente sem registro formal mas com valor econômico considerável. Holding industrial cuida do operacional volátil; holding patrimonial separada detém o galpão; marca e design migram para uma terceira camada (holding de PI ou patrimonial específica), com licença e royalty inter partes formalizados. Protocolo familiar coordena a entrada dos herdeiros conforme suas formações e expectativas.

Cenários sucessórios atendidos pelo serviço em Apucarana

  • confecções familiares fundadas nos anos 80-90 com fundador entre 60 e 70 anos;
  • famílias com galpão em PF, confecção operacional, marca INPI e portfólio de design;
  • herdeiros engenheiros ou formados em moda chegando à operação;
  • facções e prestadoras têxteis em sucessão para filhos;
  • famílias com herdeiros operacionais (na produção, no design) e não-operacionais.

Marca da confecção registrada no INPI
frequentemente é o ativo mais valioso da família.

Em confecção madura, décadas de construção de marca acumulam valor superior ao galpão e ao maquinário. Holding de PI ou patrimonial específica abriga a marca registrada e o design da peça base, com licença inter partes para a confecção operacional. Sucessão preserva o ativo intelectual da família.

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POR QUE NÃO ADIAR

Sucessão é decisão de vida,
não decisão de morte

Marca em PF do fundador integra inventário

Quando a marca registrada no INPI está em nome de pessoa física do fundador, ela integra o inventário, com todos os custos e prazos do procedimento. Em paralelo, durante o inventário, a confecção segue usando uma marca que tecnicamente está em transição patrimonial, com risco de impugnação. Sucessão em vida migra a marca para PJ específica (holding de PI ou patrimonial) com licença para a operacional, blindando o ativo do inventário.

Galpão e confecção operacional no mesmo balanço

Confecção familiar costuma ter o galpão em PF do fundador ou consolidado com as quotas operacionais. Em execução, recuperação judicial ou disputa entre herdeiros, o imóvel fica exposto ao risco da operação. Holding patrimonial separada para o galpão, com aluguel inter partes formalizado em contrato, isola o ativo imobiliário do operacional volátil.

Portfólio de design da peça base sem registro

Décadas construindo modelagem do boné, padrão de costura, banco de mockups e identidade visual produzem ativo intelectual com valor econômico relevante, frequentemente sem registro formal. Em sucessão, esse portfólio se dilui entre herdeiros sem documentação clara de titularidade, e a confecção operacional fica com escopo de uso incerto. Plano sucessório formaliza registro, titularidade na holding adequada e licença com royalty inter partes.

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DO DIAGNÓSTICO AO PLANO

Em 4 horas úteis, sua família
está conectada ao especialista certo.

  1. 01

    Mapa do patrimônio e da família

    Você descreve o patrimônio (quotas da confecção, galpão, marca INPI, portfólio de design, máquinas, estoque, eventual loja própria ou e-commerce), a composição familiar, as formações dos herdeiros e o cenário pretendido.

  2. 02

    Diagnóstico jurídico estruturado

    A Consilium analisa em até 4 horas úteis: identifica instrumentos aplicáveis (holding industrial, holding patrimonial para galpão, holding de PI para marca e design, doação com reserva de usufruto, protocolo familiar), e verifica situação dos registros INPI e do portfólio de design.

  3. 03

    Conexão com escritório parceiro em Apucarana

    Apresentamos o escritório parceiro com perfil adequado: especialização em sucessão de PME têxtil, prática em proteção de marca registrada INPI e familiaridade com a estrutura típica de confecção familiar do Vale do Ivaí.

  4. 04

    Você decide, o escritório executa

    Honorários negociados diretamente entre sua família e o escritório parceiro, conforme Código de Ética da OAB. A Consilium não cobra nem estabelece valores pelos serviços advocatícios.

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PERGUNTAS FREQUENTES

O que famílias empresárias perguntam
sobre sucessão em Apucarana

O que é planejamento sucessório empresarial?

Planejamento sucessório empresarial é o conjunto de instrumentos jurídicos estruturados em vida para organizar a transferência de patrimônio empresarial entre gerações. Os principais instrumentos são: holding familiar, doação com reserva de usufruto, protocolo familiar, acordo de sócios entre herdeiros e eventual testamento complementar. O objetivo é evitar inventário litigioso, reduzir o tempo e custo da transição e preservar a continuidade da empresa.

Marca registrada no INPI faz parte do patrimônio sucessório da confecção?

Sim, e é frequentemente o ativo mais valioso da confecção familiar madura. A marca registrada no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) é propriedade intelectual com valor econômico próprio, registrada em nome de pessoa física do fundador ou da pessoa jurídica da confecção. Em sucessão, a transferência da marca segue regra própria: se está em PF, integra o inventário; se está em PJ, segue o destino das quotas da PJ. Plano sucessório bem desenhado migra a marca para holding industrial ou patrimonial específica, separando-a do risco operacional.

Confecção familiar em transição para 2ª geração precisa de holding industrial?

Em geral sim. Confecções de Apucarana fundadas nos anos 80-90 hoje têm fundador entre 60 e 70 anos, filhos formados (em moda, design, administração) entrando na operação, galpão em PF do fundador, marca registrada e portfólio de design construído ao longo de décadas. Holding industrial separada da patrimonial do galpão isola: operacional volátil (estoque, máquinas, contratos com varejo) na holding industrial; imóvel estável na holding patrimonial; marca e design em uma terceira camada ou na patrimonial, com aluguel e royalty inter partes formalizados.

Doação com reserva de usufruto protege patrimônio em vida?

Sim. Na doação com reserva de usufruto, o doador (fundador) transfere a nua-propriedade aos herdeiros, mas mantém o usufruto vitalício, continua recebendo rendimentos, votando em assembleias e administrando os bens. Quando o fundador falece, a propriedade já está consolidada nos herdeiros, sem necessidade de inventário sobre aqueles bens. É instrumento previsto no Art. 1.393 e seguintes do Código Civil e amplamente utilizado em planejamento sucessório.

PRÓXIMO PASSO

Confecção familiar com marca INPI consolidada
em transição geracional em Apucarana?

Descreva o patrimônio (quotas, galpão, marca, design), a composição familiar e o cenário pretendido. Em até 4 horas úteis, o diagnóstico jurídico estruturado e a conexão com o escritório parceiro com atuação perante o TJPR e prática em sucessão têxtil e proteção de marca.

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